IBOV: 187.207 pts -0,56%VALE3: R$ 78,20 -0,04%ITUB4: R$ 42,73 0,90%PETR4: R$ 49,00 -0,24%B3SA3: R$ 17,28 -2,15%BBDC4: R$ 18,59 0,60%PETR3: R$ 54,52 -0,22%BBAS3: R$ 22,49 -1,36%WEGE3: R$ 51,49 -1,30%ABEV3: R$ 15,62 -0,76%USD: R$ 5,0918 -0,45%EUR: R$ 5,9085 -0,67%IBOV: 187.207 pts -0,56%VALE3: R$ 78,20 -0,04%ITUB4: R$ 42,73 0,90%PETR4: R$ 49,00 -0,24%B3SA3: R$ 17,28 -2,15%BBDC4: R$ 18,59 0,60%PETR3: R$ 54,52 -0,22%BBAS3: R$ 22,49 -1,36%WEGE3: R$ 51,49 -1,30%ABEV3: R$ 15,62 -0,76%USD: R$ 5,0918 -0,45%EUR: R$ 5,9085 -0,67%
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BRASIL BATE RECORDE DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA EM ABRIL DE 2022

Doutor em Economia explica o porque isso acontece, e como fazer para evitar o uso inconsciente do crédito.

No mês de abril deste ano, devido à situação financeira do país, o Brasil bateu o recorde de endividamento e inadimplência das famílias, que chegou a 77,7% da população, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Esse número também é identificado como o maior índice desde do início do mapeamento, em 2010.

Segundo o professor Doutor em Economia, Alexandre Bertoncello, “o endividamento signfica que, 77% das famílias compram à crédito, ou seja, elas adquiriram produtos que irão pagar à prazo, o que não é necessariamente ruim. O ponto é que, aproximadamente 28% das famílias com algum tipo de atraso no pagamento e, por esse motivo, têm restrição no nome e, aí sim, passa a ser um problema. O problema não é utilizar o crédito, mas fazer um uso equivocado, de forma que ultrapasse o orçamento doméstico, e aí surge a inadimplência”.

Ele também explica que o endividamento e a inadimplência não significam automaticamente que as pessoas utilizam-se do crédito de má fé. “O endividamento de 77% está dizendo que parte da população brasileira, que não tinha acesso a produtos de crédito bancários, agora está tendo, e por isso se endividaram. Vamos imaginar quantas pessoas a Caixa regulamentou para o Auxílio Emergencial, e que passaram a ter crédito e começaram a comprar a crédito, o que é um sinal bom. O ruim é que, em conjunto, aumentou a inadimplência, daqueles que tinham crédito, e que passaram a não ter por estarem atrasados nas suas contas”.

Para evitar o endividamento e a perda de crédito como consequência da inadimplência, o professor orienta que “sempre gaste menos do que ganha. Se você ganha 2 mil reais, tente gastar menos. Se ganha 10 mil, gaste menos do que isso. É uma coisa muito simples, e todo mundo acaba esquecendo”. Ele também explica que  “os juros dos cartões são atualmente os mais altos que existem. Então, se você faz uma dívida e não consegue pagar, fica aquela bola de neve. O banco sabe que existe esse risco e, por isso, coloca os juros lá em cima”.

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Ele também explica que o endividamento e a inadimplência não significam automaticamente que as pessoas utilizam-se do crédito de má fé. “O endividamento de 77% está dizendo que parte da população brasileira, que não tinha acesso a produtos de crédito bancários, agora está tendo, e por isso se endividaram. Vamos imaginar quantas pessoas a Caixa regulamentou para o Auxílio Emergencial, e que passaram a ter crédito e começaram a comprar a crédito, o que é um sinal bom. O ruim é que, em conjunto, aumentou a inadimplência, daqueles que tinham crédito, e que passaram a não ter por estarem atrasados nas suas contas”.

Para evitar o endividamento e a perda de crédito como consequência da inadimplência, o professor orienta que “sempre gaste menos do que ganha. Se você ganha 2 mil reais, tente gastar menos. Se ganha 10 mil, gaste menos do que isso. É uma coisa muito simples, e todo mundo acaba esquecendo”. Ele também explica que  “os juros dos cartões são atualmente os mais altos que existem. Então, se você faz uma dívida e não consegue pagar, fica aquela bola de neve. O banco sabe que existe esse risco e, por isso, coloca os juros lá em cima”.

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