“Quando questionado sobre as ditaduras de Cuba e da Venezuela em 2020, nas últimas eleições municipais, Guilherme Boulos (PSOL), então pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, disse que não pretendia ser prefeito de Caracas.
Agora, depois da fala desastrosa de seu padrinho político, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, de forma irresponsável, comparou a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza ao Holocausto, Boulos lança mão do mesmo discurso para se recusar a condenar o grupo terrorista Hamas. ‘Não sou pré-candidato a prefeito de Tel Aviv’.
Além de imoral e covarde, ele não compreende que temas globais, se não tratados devidamente, têm consequências graves numa cidade como São Paulo – uma das mais plurais do mundo e a maior da América Latina.
Debruçado em sua bolha e falando cada vez mais bobagens e para cada vez menos pessoas, ou Boulos erra por desconhecimento, ou ignora, conscientemente, a presença de vários povos na cidade e tudo o que eles representam. Isso é falta de respeito. Boulos é um despreparado, para dizer o mínimo.”
Enrico Misasi, Presidente do Diretório Municipal do MDB de São Paulo.
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