Nino Paraíba, de 37 anos, teve seu contrato rescindido, após seu envolvimento na máfia das apostas, investigada pela “Operação Penalidade Máxima” do Ministério Público de Goiás.
O América-MG anunciou nesta segunda-feira (15) a rescisão de contrato com o Lateral-Direito, Nino Paraíba, de 37 anos, investigado pelo Ministério Público de Goiás, na “Operação Penalidade Máxima”, que investiga favorecimento de atletas com envolvimento de casas de apostas. O atleta já havia sido afastado do clube no última terça-feira (09). Segundo a assessoria do atleta, ele pediu demissão do clube mineiro.
Nino Paraíba é um dos investigados da “Operação Penalidade Máxima” que está em sua segunda fase e investiga a manipulação de resultados de jogos do Campeonato Brasileiro do ano passado e de Campeonatos Estaduais. O atleta foi citado em conversas entre apostadores como um dos favorecidos enquanto ainda atuava pelo Ceará, no ano passado. Até o momento, ele não está sendo investigado.
De acordo com os documentos da “Operação Penalidade Máxima II”, a conversa de Nino com os apostadores seria para levar o cartão amarelo. Ele recebeu a punição aos nove minutos do segundo tempo na partida que terminou empatada por 1 a 1 contra o Cuiabá.
O lateral foi anunciado pelo América-MG em em 26 de novembro do ano passado e fez 18 jogos. Foi vice-campeão mineiro de 2023.
OPERAÇÃO PENALIDADE MÁXIMA
Desencadeada pelo Ministério Público do Estado de Goiás, a operação investiga a manipulação de resultados de jogos do Campeonato Brasileiro do ano passado e também de campeonatos estaduais, tanto deste ano, quanto do ano passado, em que apostadores pagavam para atletas de clubes levarem cartões amarelos, serem expulsos ou outros lances que poderiam gerar favorecimento aos apostadores. As investigações começaram no ano passado, após denúncias de envolvimento de jogadores do Vila Nova- GO.
