Da Chefia de Reportagem – Especial para o Café com Prosa
Intervenção determinada pelo prefeito de Presidente Prudente, Ed Thomas (PSB) gerou inúmeras discussões, tanto de pessoas favoráveis, quanto de pessoas contrárias. Decisões administrativas estão na mão de interventor nomeado pela Secretaria de Mobilidade Urbana.
Como em uma novela emocionante, a situação do transporte coletivo de Presidente Prudente nos deixa sempre aguardando o próximo capítulo da novela, após quatro paralisações em apenas seis meses devido à falta de pagamento, ameaças de rescisão de contrato, descaso com a população, pandemia e tudo o que se possa imaginar, o povo fica a mercê da sorte e sem ônibus. fazendo a mesma pergunta todos os dias: E agora?
Depois de muitos impasses, de muitas brigas e muitas dificuldades, foi determinado pela prefeitura uma intervenção administrativa na Prudente Urbano. Neste momento, como você verá neste vídeo abaixo, aparecem “os pais da criança” que se escondiam atrás de seus poderosos palacetes e dentro do mundo encantado da Frozen, enquanto trabalhadores, que ainda estão sem receber, estão vendendo a janta pra comprar o almoço e vivendo de favor ou dependendo da ajuda de terceiros apenas para ter o pão de cada dia na mesa.
Quando a intervenção foi decretada, como visto no vídeo acima, gerou por parte dos administradores da empresa, revolta com o município, tentando passar assim por vítimas do mundo, como se a cidade de Prudente tivesse por obrigação subsidiar o transporte coletivo, que é um serviço municipal, entregue através de licitação, à iniciativa privada. Ora bolas, se não tinha condições de administrar tal serviço, porque cargas da vida entrou na licitação? Ah mas é culpa da pandemia, eu acho engraçado, que nesse momento, tudo é culpa da pandemia, porém o serviço é péssimo desde o começo, mal administrado e o descaso para com o usuário é frequente. A falta de respeito beira ao ridículo de pedirem uma tarifa de quase dez Reais, alegando que esse seria o valor correto para equilibrar economicamente a situação.
Não é obrigação do município subsidiar nenhuma empresa da cidade, seja o transporte coletivo ou qualquer outro comércio, mas se abre-se exceção para uma empresa, deve-se ter o mesmo benefício para todas, ou então gera desigualdade. Por fim de tudo, a questão é, a intervenção está ai, a empresa será auditada para comprovar se existe ou não má-fé por parte de seus administradores.
Diante de tudo isso, aguardamos as cenas do próximo capítulo, façam suas apostas. Quem viver, verá.
