De acordo com o IBGE, há cerca de 300 mil pessoas com Síndrome de Down no Brasil.
Em 1866 o médico britânico John Langdon Down, o qual em sua homenagem se deu o nome Síndrome de Down, se referiu que pessoas com tais características seriam um quadro clínico. Foi somente em 1958 que a origem cromossomica foi descoberta.
A síndrome de down não é uma doença é uma condição genética, que se dá início na gestação. Todas as pessoas são formadas por células as quais possuem cromossomos. A síndrome de down se caracteriza pela presença de um terceiro cromossomos no par 21.O diagnóstico se dá após o um exame chamado cariótipo.
Apesar dos avanços notórios na legislação acerca da deficiência intelectual, sabemos que há inúmeras dúvidas e anseios por informações.
É importante que os indivíduos com síndrome de down sejam acompanhados desde cedo por uma equipe multidisciplinar. Acesso a educação inclusiva é fundamental.
As terapias desempenham um papel crusial na vida de pessoas com Síndrome de Down, proporcionando apoio ao desenvolvimento físico, cognitivo e emocional.Essas terapias incluem fisioterapia, fonoaudióloga e terapia ocupacional, melhorando habilidades motoras, comunicação e autonomia, contribuindo para que uma qualidade de vida mais plena.
Cumprir nossas atribuições é perceber que cada momento vai se projetar na inserção social da criança, por cuja trajetória a família é a principal responsável.
Para produzir mudanças emancipadores precisamos nos permitir viajar a um lugar novo, com caminhos até então não explorados, cujo destino seja a diversidade.
É tempo de olhar a pessoa com deficiência além dos olhos e permitir que ela nos conduza a essa viagem.
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