Na ação, Perrone argumentou que o prédio da Câmara não necessita da reforma por se encontrar em perfeitas condições. Ele ainda colocou que, na realidade, é uma reforma estética a que se busca. Com a ação, ele pretendia produzir antecipadamente provas no sentido de registrar as condições em que se encontra o imóvel para demonstrar que o presidente da Câmara foi levado a erro de premissa quanto aos levantamentos originais dos orçamentos que embasaram a licitação ou, ainda, diretamente aprovou os orçamentos apresentados e passou a assumir os riscos de seu resultado.
