IBOV: 167.922 pts -0,75%VALE3: R$ 62,02 3,28%ITUB4: R$ 38,69 -2,15%PETR4: R$ 52,71 0,98%B3SA3: R$ 13,43 -5,42%BBDC4: R$ 13,86 -2,12%PETR3: R$ 60,01 1,61%BBAS3: R$ 16,47 0,06%WEGE3: R$ 48,36 -1,87%ABEV3: R$ 14,60 0,34%USD: R$ 5,4212 0,87%EUR: R$ 6,0522 0,87%IBOV: 167.922 pts -0,75%VALE3: R$ 62,02 3,28%ITUB4: R$ 38,69 -2,15%PETR4: R$ 52,71 0,98%B3SA3: R$ 13,43 -5,42%BBDC4: R$ 13,86 -2,12%PETR3: R$ 60,01 1,61%BBAS3: R$ 16,47 0,06%WEGE3: R$ 48,36 -1,87%ABEV3: R$ 14,60 0,34%USD: R$ 5,4212 0,87%EUR: R$ 6,0522 0,87%
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domingo , 1 novembro 2026
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Informativo publicitário: Telemedicina integrada reduz pela metade as reinternações de idosos após alta hospitalar

Um modelo de cuidado que combina telemedicina, monitoramento remoto e acompanhamento de enfermagem reduziu em 50% as reinternações não planejadas de idosos nos 30 dias seguintes à alta hospitalar.

O resultado é de um estudo realizado pela MedSênior, com pacientes atendidos pela operadora e utilizando recursos próprios da rede assistencial, em um período considerado crítico para complicações clínicas e retorno ao hospital.

A pesquisa avaliou idosos acompanhados após a alta por dois modelos distintos: o cuidado convencional e uma estratégia híbrida, desenvolvida e aplicada pela MedSênior, que integrou kit domiciliar para monitoramento de sinais vitais, acompanhamento estruturado de enfermagem e acesso contínuo ao Pronto Atendimento Virtual da operadora.

A taxa de reinternação em até 30 dias, um dos principais indicadores de qualidade na transição do cuidado, foi o principal parâmetro da análise.

Os dados mostram que, entre os pacientes acompanhados pelo modelo com telemonitoramento, a taxa de reinternações caiu de cerca de 12% para pouco mais de 6%. Na prática, isso representa menos complicações clínicas, redução do sofrimento do paciente e mais segurança no retorno ao domicílio após a internação.

O estudo também apontou alta resolutividade do Pronto Atendimento Virtual da MedSênior. Mais de 80% das demandas atendidas pelo serviço foram solucionadas de forma remota, sem necessidade de deslocamento a hospitais ou prontos-socorros, contribuindo para evitar intervenções e internações desnecessárias.

Para especialistas, os dados reforçam o papel da telemedicina como ferramenta estratégica no cuidado à população idosa, especialmente no período pós-alta. “A tecnologia, quando integrada a uma linha de cuidado estruturada, reduz riscos e amplia a segurança do paciente idoso no momento mais sensível do tratamento, que é o pós-alta”, afirma Priscila Valentim, vice-presidente de operações da MedSênior.

Outro destaque do levantamento foi a aceitação do modelo pelos próprios pacientes. Mais de 96% dos idosos relataram estar satisfeitos ou muito satisfeitos com o acompanhamento digital oferecido pela operadora, contrariando a percepção de que pessoas mais velhas têm dificuldade em utilizar soluções tecnológicas. Segundo o estudo, o suporte profissional contínuo e a simplicidade das ferramentas foram determinantes para a alta adesão.

Em um país que envelhece rapidamente e enfrenta desafios crescentes na sustentabilidade do sistema de saúde, os resultados do estudo conduzido pela MedSênior indicam que o cuidado digital integrado pode contribuir para reduzir reinternações evitáveis, melhorar a experiência do paciente e tornar o uso dos recursos assistenciais mais eficiente.

Este é um conteúdo de caráter informativo e publicitário. As informações aqui apresentadas são de responsabilidade da marca mencionada e não representam, necessariamente, a opinião editorial do Café com Prosa.

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O estudo também apontou alta resolutividade do Pronto Atendimento Virtual da MedSênior. Mais de 80% das demandas atendidas pelo serviço foram solucionadas de forma remota, sem necessidade de deslocamento a hospitais ou prontos-socorros, contribuindo para evitar intervenções e internações desnecessárias.

Para especialistas, os dados reforçam o papel da telemedicina como ferramenta estratégica no cuidado à população idosa, especialmente no período pós-alta. “A tecnologia, quando integrada a uma linha de cuidado estruturada, reduz riscos e amplia a segurança do paciente idoso no momento mais sensível do tratamento, que é o pós-alta”, afirma Priscila Valentim, vice-presidente de operações da MedSênior.

Outro destaque do levantamento foi a aceitação do modelo pelos próprios pacientes. Mais de 96% dos idosos relataram estar satisfeitos ou muito satisfeitos com o acompanhamento digital oferecido pela operadora, contrariando a percepção de que pessoas mais velhas têm dificuldade em utilizar soluções tecnológicas. Segundo o estudo, o suporte profissional contínuo e a simplicidade das ferramentas foram determinantes para a alta adesão.

Em um país que envelhece rapidamente e enfrenta desafios crescentes na sustentabilidade do sistema de saúde, os resultados do estudo conduzido pela MedSênior indicam que o cuidado digital integrado pode contribuir para reduzir reinternações evitáveis, melhorar a experiência do paciente e tornar o uso dos recursos assistenciais mais eficiente.

Este é um conteúdo de caráter informativo e publicitário. As informações aqui apresentadas são de responsabilidade da marca mencionada e não representam, necessariamente, a opinião editorial do Café com Prosa.

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