Devido à dinâmica do acidente, possivelmente condutor estaria sem cinto de segurança no momento do capotamento. Ele morreu no local dos fatos.
Um homem, de 34 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (05) após capotar o veículo em que conduzia, na Rodovia Júlio Budiski (SP-501), em Álvares Machado. Após o capotamento, o corpo do condutor foi localizado fora do veículo, possivelmente arremessado pela falta do uso do cinto de segurança.
Segundo informações do Policiamento Rodoviário, o acidente ocorreu no km 20,100, entre Álvares Machado e Alfredo Marcondes, o veículo, modelo VW Gol, de cor preta, foi encontrado, capotado, fora da via, em meio a vegetação densa e o corpo do condutor, de 34 anos, residente em Alfredo Marcondes foi localizado do lado de fora do veículo, possivelmente, de acordo com os militares, o condutor foi ejetado do veículo no momento do capotamento, que devido à dinâmica do acidente e do que foi localizado, possivelmente estaria sem cinto de segurança.
A ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil, em Álvares Machado. A Polícia Cientifica foi acionada.
ALERTA SOBRE A FALTA DO USO DO CINTO DE SEGURANÇA
A Polícia Militar Rodoviária, também emitiu nota, com alerta sobre a falta do uso de cinto de segurança, seja por condutores ou passageiros de veículos:
“A Polícia Rodoviária ressalta que, conforme a análise preliminar da equipe e a dinâmica do sinistro (onde a vítima foi lançada para fora do habitáculo do veículo), há fortes indícios de que o condutor não fazia o uso do cinto de segurança. Diante deste trágico cenário, reitera, de forma incisiva, que o uso do cinto de segurança não é uma opção, é uma necessidade vital. O equipamento é projetado para manter os ocupantes em seus assentos, impedindo que sejam arremessados contra as partes internas do veículo ou para fora dele nos casos de sinistros — situação que, na ausência do uso, em grande maioria é fatal.
Assim, reforça o apelo a todos os motoristas e passageiros: o uso do cinto de segurança deve ser conferido antes mesmo de dar a partida no veículo, inclusive no banco traseiro. A negligência com este dispositivo transforma sinistros de trânsito simples, em tragédias irreversíveis às famílias.”, citou a nota.
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